Conheça as modalidades das paralímpiadas de Tóquio parte I

Agora que você já conheceu a história das Paralimpíadas, vou te apresentar as 22 modalidades das Paralímpiadas que serão disputadas nos jogos de Tóquio 2020, a partir do dia 24 de agosto. Como diz o título, essa é só a primeira parte, então fique de olho no site para não perder as outras 11 modalidades. O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) anunciou que 253 atletas vão representar o Brasil em 20 das 22 modalidades que compõem o programa dos Jogos de Tóquio. Basquete em cadeira de rodas e rugby em cadeira de rodas são as únicas modalidades sem representantes brasileiros este ano.

Uma curiosidade: em 2021, o parataekwondo e o parabadminton farão sua estreia nas Paralimpíadas e o Futebol de 7 e a Vela adaptada não estarão presentes no evento.

1 – Paratletismo


Esta modalidade faz parte do esporte paralímpico desde os jogos de Roma, em 1960. O Brasil conseguiu as primeiras medalhas em 1984, em Nova York e Stoke Mandeville, Inglaterra. As provas são de acordo com a deficiência dos competidores, divididas entre corridas, saltos, lançamentos e arremessos. Atletas com deficiência física e visual, de ambos os sexos, podem participar.

As competições seguem as regras da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), com algumas adaptações para o uso de próteses, cadeira de rodas ou guia, mas sem oferecer vantagem em relação aos seus adversários. Nas provas de pista (corridas), dependendo do grau de deficiência visual do atleta, ele pode ser acompanhado por um atleta-guia, que corre ao seu lado ligado por uma cordinha. O guia tem a função de direcionar o atleta, mas não deve puxá-lo, sob pena de desclassificação.

Viviane Ferreira e o guia Newton Vieira Jr. – Testes de velocidade do Atletismo no CT Paralímpico, em São Paulo.
Foto: Ale Cabral/CPB

Classificação funcional:

T: provas de pista (corrida e saltos)
F: provas de campo (arremesso e lançamento)


11-13 – Atletas com deficiência visual
20 – Atletas com deficiência intelectual
31-38 – Atletas com coordenação limitada (31 a 34 para cadeirantes)
40-41 – Atletas de baixa estatura
42-44 – Atletas com deficiências nos membros inferiores
45-47 – Atletas com deficiências nos membros superiores
51-57 – Atletas que competem em cadeiras

2 – Basquetebol em Cadeira de Rodas

Começou a ser praticado nos Estados Unidos, em 1945. A modalidade é uma das poucas que esteve presente em todas as edições dos Jogos Paralímpicos. Os primeiros jogadores eram ex-soldados do exército norte-americano feridos durante a 2ª Guerra Mundial. Hoje, as cadeiras são adaptadas, padronizadas e previstas em regras – a cada dois toques na cadeira, o jogador deve quicar, passar ou arremessar a bola. As dimensões da quadra e a altura da cesta são as mesmas do basquete olímpico. Podem participar atletas de ambos os sexos que tenham alguma deficiência físico-motora de acordo com as regras adaptadas da Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF).

Treinos com jogadores de basquete profissional do Flamengo e jogadores da seleção brasileira
Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CPB

Classificação Funcional:

A classificação dos atletas é feita com base no comprometimento físico motor em uma escala de 1 a 4,5. Quanto menor a escala, maior a deficiência. Para formar um time, a soma do número dos cinco atletas que estarão na quadra não deve ultrapassar 14.

3 – Bocha

A bocha entrou para as paralimpíadas em 1984, em Nova York, com disputas masculinas e femininas. Em 1996, nos jogos de Atlanta, foram incluídos os jogos em duplas, cujo objetivo é lançar bolas coloridas o mais perto possível de uma bola branca chamada de “jack” (conhecida no Brasil como “bolim”). As partidas são divididas em “ends”, que só terminam após o lançamento de todas as bolas. Um limite de tempo é estabelecido por “end”, de acordo com o tipo de disputa. Nas competições individuais, são quatro “ends” e os atletas jogam seis esferas em cada um deles. Nas duplas, os confrontos têm quatro partes e cada atleta tem direito a três bolas por período. Quando a disputa é por trios, seis “ends” compõem as partidas. Neste caso, todos os jogadores têm direito a duas esferas por parte do jogo.

Há três maneiras de se praticar o esporte: individual, duplas ou equipes. É permitido o uso das mãos, pés ou de instrumentos de auxílio para atletas com grande comprometimento nos membros superiores e inferiores. As partidas ocorrem em quadras cobertas, planas e com demarcações no piso.

José Carlos Oliveira Foto: Daniel Zappe/MPIX/CPB

Classificação Funcional:

A classificação é feita como CP1 (deficiências cerebrais mais severas) e CP2 e os atletas são divididos em quatro classes:
BC1 – Atletas CP1 ou CP2 com paralisia cerebral e que podem competir com auxílio de ajudantes
BC2 – Atletas CP2 com paralisia cerebral sem auxílio de ajudantes
BC3 – Atletas com deficiências muito severas e que podem competir com instrumento auxiliar e ajuda de outra pessoa
BC4 – Atletas com deficiências severas e sem ajuda

4 – Canoagem

Essa modalidade chegou aos jogos em 1972, em Munique. Na canoagem, o atleta rema por um percurso em corredeira natural ou artificial, definido por 18 a 25 balizas, também conhecidas como portas, e utiliza uma canoa ou caiaque. O canoísta deve concluir o percurso sem faltas e no menor tempo possível. As portas de cor verde devem ser atravessadas a favor da correnteza e as de cor vermelha no sentido contrário. No Brasil, a maior figura desta modalidade é o canoísta Fernando Fernandes, ex-participante do Big Brother Brasil 2, que já conquistou quatro medalhas de ouro em mundiais.

Atleta Fernando Fernandes Foto: Marcio Rodrigues/CPB/MPIX


Classificação Funcional:

KL: atletas que competem usando caiaque
VL: atletas que competem usando embarcações Va’a
1 – Atletas que usam somente os braços na remada
2 – Atletas que usam tronco e braços na remada
3 – Atletas que usam braço, tronco e pernas na remada

5 – Ciclismo

No início, apenas deficientes visuais competiam. Quando o Brasil estreou nesta modalidade nos Jogos Paralímpicos, em Barcelona 1992, paralisados cerebrais, deficientes visuais, amputados e lesionados medulares (cadeirantes), de ambos os sexos, já podiam participar. Em 2008, nos jogos de Beijing, as provas de velódromo foram incluídas. Nela, as bicicletas não têm marchas e a competição acontece em uma pista oval que tem entre 250 e 325 metros de extensão.

Pode-se praticar de duas maneiras: individual ou em equipes. As bicicletas podem ser de modelos convencionais ou triciclos para paralisados cerebrais, de acordo com o grau de lesão. O ciclista cego compete em uma bicicleta dupla – conhecida como “tandem” – com um guia no banco da frente dando a direção. Para os cadeirantes, a bicicleta é “pedalada” com as mãos: o handcycling.

Toronto/ Canadá – Treino de Ciclismo, (esq/direita): Mariane Ferreira, Márcia Fanhani, Luciano da Rosa, Edson Rezende, Soelito Gohr e Lauro Chaman
Foto: Marcelo Regua/MPIX/CPB

Classificação funcional:

C: Ciclismo

1 – Atletas que tenham espasticidade severa, deambulação sem auxilio, amputação com ou sem uso de prótese

2 – Atletas que tenham espasticidade moderada, acometendo principalmente os membros inferiores, amputação com diversas combinações, com ou sem uso de prótese

3 – Atletas que tenham espasticidade moderada, acometendo principalmente os membros inferiores, amplitude de movimento limitada, amputação simples ou dupla, com ou sem prótese

4 – Atletas que tenham espasticidade leve, dificuldade de controle de guidão, amplitude de movimento limitada, amputação simples ou dupla, com ou sem prótese

5 – Atletas com menor comprometimento motor, pequenas incapacidades, amputação simples, com ou sem uso de prótese.

Tandem:

Este grupo inclui atletas que possuem qualquer limitação visual. Esta classificação é baseada na visão remanescente, de acuidade e/ou campo.

T: triciclo

T1 e T2 – Atletas com triciclo, com instabilidade sobre uma bicicleta, com membros inferiores e superiores comprometidos, que necessitam ou não de auxilio para deambular.

H: Handbike

1 – Atletas com tetraplegia C6 ou acima, e grave atetose, ataxia, distonia. Perda de controle do tronco e pouca funcionalidade dos membros superiores, extensão limitada do cotovelo, quadriplegia simétrica ou assimétrica, espasticidade nos membros superiores e inferiores

2 – Atletas com tetraplegia C7/C8, e grave atetose, ataxia, distonia. Perda total da estabilidade do tronco e da função do membro inferior, quadriplegia simétrica ou assimétrica, espasticidade nos membros superiores e inferiores, com no mínimo grau 2 de espasticidade

3 – Atletas com paraplegia com estabilidade de tronco muito limitada, quadriplegia moderada com ou sem atetose e ataxia, hemiplegia severa, diplegia grave e deficiências neurológicas

4 – Atletas com paraplegia sem função dos membros inferiores, ou muito limitada, estabilidade normal ou quase de tronco, diplegia e atetose, ataxia, distonia, hemiplegia com espasticidade

6 – Esgrima em Cadeira de Rodas

Nesta modalidade, há 15 provas que podem ser disputadas individualmente e em equipes, sendo estas masculinas e femininas, e em florete e espada – apenas os homens competem com sabre. As cadeiras de rodas são presas ao chão para dar estabilidade e permitir a liberdade de movimentos na parte superior do corpo do esgrimista. Os atletas estão ligados a uma caixa eletrônica que conta os toques da arma.

Nas provas individuais, o primeiro esgrimista a marcar cinco toques em pools e 15 toques em eliminação direta é declarado vencedor. Nas provas por equipe, ganham os primeiros a marcar 45 toques. A esgrima em cadeiras de rodas foi inserida nos Jogos Paralímpicos de Roma 1960.

Campeonato Mundial de Esgrima em Cadeira de Rodas – Jovane Guissone – Eger, Hungria
Foto: Marcio Rodrigues/MPIX/CPB

Classificação funcional:

Classe 1A – Atletas sem equilíbrio sentado, que têm limitações no braço armado, não dispõem de extensão eficiente do cotovelo em relação à gravidade e não possuem função residual da mão, fazendo com que seja necessário fixar a arma com uma atadura. 

Classe 1B – Atletas sem equilíbrio sentado e com limitações no braço armado. Há extensão funcional do cotovelo, mas não há flexão dos dedos. A arma precisa ser fixada com uma bandagem.

Classe 2 – Atletas com total equilíbrio sentado e braço armado normal, com paraplegia do tipo T1/T9 ou tetraplegia incompleta com sequelas mínimas no braço armado e bom equilíbrio sentado.

Classe 3 – Atletas com bom equilíbrio sentado, sem suporte de pernas e braço armado normal, como paraplégicos da T10 à L2. Atletas com pequenos resquícios de amputação abaixo do joelho, lesões incompletas abaixo da D10 ou deficiências comparáveis podem ser incluídos nesta classe, desde que as pernas ajudem na manutenção do equilíbrio sentado.

Classe 4 – Atletas com um bom equilíbrio sentado e com suporte das extremidades superiores e braço armado normal, como lesões abaixo da C4 ou deficiências comparáveis.

7 – Futebol de Cinco

Ao contrário dos jogos em estádio, onde há duas torcidas gritando pelo seu time, as partidas de futebol de cinco são silenciosas e em locais sem eco porque o esporte é exclusivo para cegos ou deficientes visuais. As partidas normalmente são em uma quadra de futsal adaptada, mas também vem sendo realizadas em campos de grama sintética, desde os Jogos Paralímpicos de Atenas. O goleiro é o único que tem visão total e não pode ter participado de competições oficiais da FIFA nos últimos cinco anos. Mais um diferencial dessa modalidade é que, junto às linhas laterais, são colocadas bandas que impedem que a bola saia do campo. Como o nome já sugere, cada time é formado por cinco jogadores.

A torcida só pode se manifestar na hora do gol, já que, para que os jogadores consigam localizar a bola, existem guizos internos dentro dela. Todos os jogadores usam vendas, há ainda um guia, o “chamador”, que fica atrás do gol, para orientar os jogadores, dizendo onde devem se posicionar em campo e para onde devem chutar. O jogo tem dois tempos de 25 minutos cada e um intervalo de 10 minutos.

Jogos Paralímpicos Rio 2016 – Futebol de 5- segundo jogo da primeira fase- Brasil x Turquia
Foto: Cleber Mendes/MPIX/CPB

Classificação funcional:

B: apenas atletas cegos podem competir nessa modalidade

1 – Cegos totais ou com percepção de luz, mas sem reconhecer o formato de uma mão a qualquer distância

2 – Atletas com percepção de vultos

3 – Atletas que conseguem definir imagens

8 – Goalball

Criado em 1946 pelo austríaco Hanz Lorenzen e pelo alemão Sepp Reindle, que, assim como Ludwig Guttmann, o patrono das Paralimpíadas, tinham o objetivo de reabilitar veteranos da Segunda Guerra Mundial. Em 1980, na Paralimpíada de Arnhem, o esporte passou a integrar o evento. As mulheres entraram para o goalball nas Paralimpíadas de Nova Iorque, em 1984.

Cada equipe conta com seis jogadores, três titulares e três reservas, que são defensores e arremessadores. De cada lado da quadra tem um gol com nove metros de largura e 1,2m de altura. As partidas duram 20 minutos, com dois tempos de 10 em uma quadra com as mesmas dimensões da de vôlei, 9m de largura por 18m de comprimento. O objetivo é fazer gol com um arremesso rasteiro com a bola que tem um guizo dentro.

Jogos Paralímpicos RIO2016 – Goalball – Brasil x China
Foto: Alaor Filho/MPIX/CPB

Classificação Funcional:

Nessa modalidade todos os atletas competem juntos, independentemente do nível de perda visual. Eles utilizam uma venda durante as competições para que não haja desigualdade em campo.

B1 – Cegos totais ou com pouca percepção de luz

B2 – Atletas com percepção de vultos

B3 – Atletas que conseguem definir imagens

9 – Halterofilismo

Essa modalidade surgiu nas Paralimpíadas no ano de 1964, em Tóquio. Apenas atletas com lesão na coluna vertebral podiam participar. Até 1996, essa era uma prova exclusivamente masculina e foi apenas em 2000 que as mulheres puderam entrar – atualmente 109 países participam. O paratleta Marcelo Motta foi o primeiro brasileiro a competir, em Atlanta 1996. Os atletas ficam deitados em bancos e executam o movimento conhecido como supino, sendo que a prova começa na mesma hora em que a barra de apoio é retirada, com o braço do atleta totalmente estendido.

As categorias são subdivididas pelo peso corporal de cada um. São dez categorias femininas e dez masculinas. O atleta pode realizar o movimento três vezes, sendo validado o maior peso. Os árbitros ficam atentos à execução contínua do movimento e à parada nítida da barra no peito. Em seguida, elevam-na até a posição inicial, finalizando o movimento. Hoje, competem atletas com deficiência física nos membros inferiores ou paralisia cerebral.

Halterofilismo – Luciano Bezerra Dantas
Foto: Marco Antonio Teixeira/MPIX/CPB

Classificação Funcional:

Nossa modalidade os atletas são separados pelo seu peso corporal, assim como na prática convencional. São eles: 48kg, 52kg, 56kg, 60kg, 67,5kg, 75kg, 82,5kg, 90kg, 100kg e mais de 100kg. Além disso, o sistema de classificação consiste em avaliar funcionalmente o grau de incapacidade do atleta, por meio de critérios estritamente médicos. Portanto, atletas com diferentes tipos de deficiência competem juntos pela mesma medalha.

10 – Hipismo

No programa paralímpico, a única disciplina é o adestramento. Em março de 2002, nasceu o hipismo paralímpico nacional, a partir de um curso promovido pela Confederação Brasileira de Hipismo (CBH). A modalidade é praticada por atletas com vários tipos de deficiência, em cerca de 40 países. A competição é mista e não são apenas os competidores que ganham medalhas, mas os cavalos também.

Sérgio Oliva Paralimpíadas Rio2016
Foto: Cleber Mendes/MPIXCPB

Classificação funcional:

Classe I – Em sua maioria atletas cadeirantes com pouco equilíbrio do corpo e/ou debilitação de funções em todos os quatro membros ou nenhum equilíbrio do tronco e bom funcionamento dos membros superiores.

Classe II – Atletas que utilizam cadeira de rodas ou com algum comprometimento locomotor severo, envolvendo tronco e com boa a razoável funcionalidade dos membros superiores. Geralmente, são capazes de andar sem ajuda. Envolve pessoas com comprometimento unilateral moderado, comprometimento moderado nos quatro membros ou comprometimento severo dos braços. Ainda fazem parte os atletas cegos totais, de ambos os olhos.

Classe III – Atletas que são capazes de caminhar sem suporte, com moderada debilitação unilateral. Podem necessitar de cadeira de rodas para longas distâncias ou devido à pouca força. Atletas que têm total perda de vista em ambos olhos.

Classe IV – Atletas com debilitação de um ou mais membros ou algum grau de deficiência visual.

11 – Judô

A arte marcial foi a primeira modalidade de origem asiática a entrar para as Paralimpíadas, em 1988. Até Sydney (2000), apenas homens com deficiência visual podiam participar dessa prática – em 2004, as mulheres foram inclusas. O judô é o quarto esporte brasileiro a subir no pódio paralímpico. Em 1996 o Brasil conquistou pela primeira vez a medalha de ouro, com o judoca Antônio Tenório da Silva, na categoria até 86 kg. Em Sydney, quatro anos depois, ele foi novamente campeão, dessa vez na categoria 90 kgs. Em Beijing 2008, ele repetiu o feito.

Antonio Tenório (azul) em treino de judô no CT Paralimpico, em São Paulo Foto: Ale Cabral/CPB

Classificação Funcional:

Homens e mulheres têm o mesmo parâmetro de classificação.

B1 – Atletas que são cegos totais. Nenhuma percepção luminosa, incapacidade de reconhecer o formato de uma mão a qualquer distância ou direção.  

B2 – Lutadores que têm percepção de vultos e a capacidade de reconhecer a forma de uma mão até a acuidade visual de 2/60 ou campo visual inferior a cinco graus.

B3 – Lutadores que conseguem definir imagens, com a acuidade visual de 2/60 a 6/60 ou campo visual entre 5 e 20 graus.

Gostou deste post sobre as modalidades das Paralímpiadas? Este post faz parte do BEDA- Blog Everyday August 2021 para não perder nenhuma novidade nos siga no Instagram e siga #BedaViajante

BEDA- Blog Everyday August

Que tal relembrar o que aprendemos com o voluntariado nas Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016?

Paranaense de nascimento e paulista de criação, é jornalista e repórter do Qualquer Latitude. Tem 24 anos e, como um bom aquariano, ama viajar e conhecer as novidades que estão acontecendo por aí. Não vive sem Carnaval, ama tocar em bateria de escolas de samba e não sabe andar na rua sem parar para brincar com um cachorro. Começou a escrever em 2015 e nunca mais parou, ama fazer matérias sobre viagens, turismo e apresentar esse mundo para seus leitores. Atualmente, Gabriel é analista de mídias sociais. Instagram: gabrielgameirog

2 Comentários

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

%d blogueiros gostam disto: